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Archive for setembro \28\UTC 2010

Estamos em Portugal

Matamos a saudade do Thomas, comemos churrasco com salsicha alemã. Amanhã postamos fotos e mais detalhes, o cansaço tá demais.

Aproveitem pra ver a nova galeria de fotos da europa, numa das abas superiores, em cima do “Taís Wegner’s (agora “de Sá”) Blog”!

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Oui Parri!

Ontem chegamos tarde, por culpa da EasyJet, onde o barato sai caro. Já era de se esperar, para uma companhia que tem o slogan “If you’re late, we won’t wait” (algo como “se vc se atrasar, vai se ferrar”).

Chegamos no metrô de Paris perto do horário de encerramento e não conseguimos chegar até o nosso destino, o metrô fechou. Andamos um bom bocado durante a madrugada até acharmos um taxi, para nos levar até o hotel. Lá uma surpresa! Champagne nos esperava no quarto! Esse gesto fez o suplício todo da viagem valer a pena, eles descobriram que estamos em lua de mel.

Acordamos tarde hoje. Ao abrir a janela demos de cara com o Follies Bergère bem na frente do hotel, era um cabaré famoso na época dourada do Cancan.

Foi um dia de andanças e muitas fotos. Visitamos o Louvre, o Jardim des Tuliéres, compramos macaroons na Ladurée, visitamos a Basílica de La Madeleine, La Tour Eiffel e a Tati achou mais uma loja da Zara pra deixar uns euros. Graças a Deus a nossa mala estava nos esperando aqui no hotel. Agora temos roupas!

O metrô de Paris é uma atração à parte, beeem complicado de entender, se comparado aos nossos metrôs do Brasil e até do mundo. existem dezenas de linhas e entroncamentos, várias modalidades de tickets. Os vagões tem ar condicionado e sempre há um artista tocando algum instrumento dentro deles.

Voltamos pro hotel pra achar um restaurante e jantar, já que estamos em Montmartre, o bairro das festividades parisieneses. A comida estava ótima e o dono do restaurante era impagável, difícil de esquecer.

Vou postar algumas fotos e parar de escrever, a esposa já dormiu, embalada pelo vinho. E vive la France!

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Bella Roma!!

Passear pelos monumentos históricos é imaginar o passado, e é impossível passar por aqui e não pensar sobre como era a vida no tempo de Cristo, milhares de anos atrás, numa cultura tão distante e rica.

Visitamos o Colosseo, Palatino, Foro Romano, Monumento a Vitorio Emanuele, Piazza Navona, Pantheon, Trinitá de Monti, e muitas fontes maravilhosas. Sem dúvida o Colosseo é o mais marcante, estar nele é indescritível, cenário das batalhas de gladiadores contra animais ferozes que enlouqueciam os 80.000 espectadores. O mais impressionate de tudo é que o Coliseu está ali, simplesmente no meio da cidade, com ruas e casa ao redor. Alguns romanos são tão sortudos, que toda manhã ao abrir a janela do quarto se deparam com essa grandiosidade.

O legal de Roma e Florença é que em todo o trajeto histórico, no meio das ruas, existem bicas com torneiras de água suuuper geladinha, transportadas por aquedutos que datam de 19 a.c. Basta ter uma garrafinha d’água e a hidratação está garantida o dia todo (e haja água, com tanta caminhada e sol forte, tomamos quase 3l de água todos os dias).

Os Romanos são parecidos com os chineses no quesito “buzina”, mas, mesmo com o trânsito caótico de Roma (e só poderia ser assim, com ruas tão estreitas), os chineses estão anos luz à frente nessa bagunça. Na rua, predominam os smarts, dezenas deles. São ótimos e compatíveis com as ruelas, sem contar que são super baratos se comparados ao Brasil.

Gastronomicamente falando, Roma é um paraíso. Em qualquer lugar achamos delícias: prosciuttos, queijos, mozzarellas, que viram sanduíches ou Paninis, como são conhecidos aqui. Sorveterias por todo lado, em cada praça, em cada esquina, com sorvetes artesanais que nos fazem esquecer que antes havíamos comido algo chamado sorvete no Brasil.

Para conforto de todos, estamos bem. Não, nossas malas não chegaram, porém está tudo sobre controle, estamos montando um guarda-roupa italiano =)

Os planos para hoje são a Fontana di Trevi (onde foi filmado um dos livros do Dan Brown), Quirinale e o Vaticano, com a imperdível basílica de São Pedro.

Tonight: PARIS, Cidade Luz nos aguarda…

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Florença é linda!

Cúpula Duomo

Entonces, nosso primeiro dia oficial na Itália foi pra lá de legal! Dificil foi sair da cama com o jet lag de 5 horas, o despertador tocou as 9h (4 da manhã pro nosso sofrido corpo) e necas de nos mexermos. Lá pelas 11h tomamos vergonha e fomos seguir um roteiro que nos mostraria a parte histórica de Florença.

Conhecemos a catedral Santa Maria del Fiore (Duomo), absolutamente magnífica, levou 600 anos para ser construída, é cheia de afrescos renascentistas, toneladas de ouro e mármore (http://pt.wikipedia.org/wiki/Santa_Maria_del_Fiore). Para chegar à cúpula, sobe-se 463 degraus de língua de fora. Quase pensamos duas vezes antes, mas, como diz meu sogro “não é sempre que se visita o velho mundo”. Então lá fomos nós, rumo ao céu. Escadas tão estreitas que nem era possível desistir. A vista compensou: 360° da bela Florença.

Duomo

Seguimos andando até a Galleria dell’accademia, um museu com obras de Michelangelo. tentamos entrar mas a fila era quilométrica e perderiamos 3 horas nela. Decidimos ir direto para a Capella Medicee, onde também existem esculturas de Michelangelo, e nesse conseguimos entrar.

Já o Palazzo Pitti, MAGNÍFICO, sem filas, exibia uma beleza natural: um jardim (Giardino di Boboli) absurdamente grande, com chafariz, árvores frutíferas, esculturas, caminhos e labirintos. O que não pudemos parar de pensar é: “nossa, um dia alguém chamava isso tudo de meu” e “qual será que era seu local favorito?”, já que cada sombra transformava aquele lugar no lugar mais agradável que estivemos por aqui. No Palácio, exposições de porcelana, prata e jóias e tesouros da Época.

Palazzo Pitti

Agora minha parte preferida: as comidas. A cada passo, um local que vende deliciosos “gelattos” e “Paninis”! Ou seja, pra aguentar tanta caminhada, fomos movidos a sanduíche italiano de prosciutto, mozzarela de búfala e tomate e… sorvetes… hmmm!

A mala ainda não veio, estamos tão cansados, mas tão felizes. Duas palavras “tão” antagônicas, e que melhor descrevem nosso momento.

Amanhã: Roma.

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Quase lá…

RISTORANTE

RISTORANTE - FLORENÇA

UFA, chegamos na Europa! E olha que nossa viagem não foi fácil. Além do total de 16 horas viajando até nosso destino final, QUASE  perdemos a conexão por 02 vezes. Além disso, QUASE chegamos no hotel com nossas malas…sim, elas foram extraviadas em Frankfurt! Mas juro, isso é genético, já tinha aconteceido na família do André…eu estou salva (porém sem roupas)! Por isso, já tínhamos nos prevenido: uma mala de mão com pijama, chinelinho havaianas, e uma muda de roupas. Acionamos o seguro de viagem e amanhã… roupas novas! 

Tirando as malas… foi tudo fantástico. Estamos em Florença (Firenze, Itália). Ao chegar na estação de trem (às 22h), centenas de bicicletas dispostas em grupos na calçada. Duas teorias: ou o pessoal de longe vem trabalhar de trem, pega sua própria bicicleta e vai até o trabalho, ou realmente são bicicletas para aluguel. Amanhã descobriremos. 

A comida é maravilhosa. De fato. O André escolheu pasta a la carbonara e eu, “Riso di Mare”, uma delícia, o prato veio coberto de conchas rechedas de mariscos e camarões saborosos. O vinho da casa era interessante, feito na Itália, parecia um diluído de Cabernet Sauvignon. A Garçonete comentou do custo de vida por aqui “muito caro”. Realmente, como é lua de mel, abriremos  uma exceção (por pouco tempo) e, realizaremos um sonho. 

A Pousada é familiar, um prédio antigo transformado em hotel, no centro antigo de Florença. No quarto, o banheiro se destaca com uns 20cm acima do nível do quarto: tudo planejado e adaptado, o vaso sanitário inclusive é elétrico! Um tanto moderno em relação ao contraste estrutural. 

Em breve poderemos ver as fotos do casamento!! Foi tudo lindo…estamos felizes de mais! (e mortos de cansados, rs)

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NoivosQuando conheci o andré, na faculdade, na 1ª vez que escutei sua voz, ele se apresentou ao Prof. Monteiro como “livreiro”. Na época, não entendi muito bem o que seria um “livreiro”.

Depois, aprendi que livreiro era mais do que alguém que vendia livros, mas alguém que fazia mágica com as palavras, que transformava Mário Quintana e outros tantos autores em bilhetes de amor. Que guardava todas as palavras bonitas, para sussurrar, sempre na hora certa.

Além de um romântico disfarçado como livreiro, o André era uma pessoa que transformava as palavras em risos, e que fazia valer cada segundo das longas conversas na internet, no celular e na faculdade. Foi o um “melhor amigo”, que virou grande companheiro.

Descobrimos, com a convivência, a paixão de ambos pelos livros, pelos poemas, pela matemática, pela música, pela gastronomia, além de outras tantas afinidades, que deixavam nossos dias mais coloridos. A minha admiração por ele sempre aumentava e, continua aumentando. Admiro sua inteligência, aprendo com ele todos os dias. Cada sorriso seu me faz sorrir. Um livreiro, que enche meu coração de palavras de felicidade e amor.

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